Disciplinas

 

Disciplinas


O Currículo do PROFQUI é composto de 9 (nove) disciplinas obrigatórias, perfazendo um total de 24 créditos, 360 horas, no curso:

três (03) disciplinas obrigatórias relacionadas aos conteúdos básicos de Química;

uma (01) disciplina obrigatória relacionada ao desenvolvimento dos fundamentos teóricos e metodológicos no uso de tecnologias [ferramentas] computacionais e de comunicação, e desenvolvimento de kits para uso em sala de aula;

uma (01) disciplina obrigatória visando os Fundamentos Metodológicos para a Pesquisa em Ensino de Química;

quatro (04) disciplinas obrigatórias em formato de seminários que discuta aspectos didático-pedagógicos, destacando visões contemporâneas de ensino, aprendizagem e avaliação com foco no Ensino da Química;

uma (01) disciplina obrigatória relacionada à Redação e Defesa.

 

Detalhamento das disciplinas



 

ABORDAGENS TECNOLÓGICAS ATUALIZADAS PARA O ENSINO (ATE) – OBRIGATÓRIA – CARGA HORÁRIA – 60

Tecnologia digital, produto educacional e contemporaneidade. O mundo conectado. Cibercultura. Aplicativos, recursos e ferramentas. Mediação e mobilidade. A perspectiva histórico-cultural. Mediação semiótica. Modalidades e meios mediais. Meios e suporte tecnológico para a difusão da ciência. Educação e mobilidade. Mídia e internet. O rádio na educação. O potencial e os limites das redes sociais. Cinema e educação. Tecnologia e novas estratégias de avaliação.

 

REFERÊNCIAS

  1. BARBA, C.; CAPELLA, S. Computadores em sala de aula: métodos e usos. Porto Alegre: Artmed, 2012.
  2. CASTELLS, M. A sociedade em rede: a era da informação: economia, sociedade e cultura. 4. ed. São Paulo: Paz & Terra, 2000.
  3. COTTON, B., OLIVER, R. Understanding Hypermedia. New York: Phaidon, 1999.
  4. ELLSWORTH, Elizabeth. Modos de endereçamento: uma coisa de cinema; uma coisa de educação também. In: SILVA, Tomaz Tadeu da (Org.). Nunca fomos humanos: nos rastros do sujeito. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
  5. GILBERT, J. Visualization in science education. New York: Springer,
  6. GUPTA-BOHOWON, M. et. Al. Chemistry Education in the ICT age. New York: Springer, 2009.
  7. HABRAKEN, C. L. Integrating into Chemistry Teaching Today’s Student’s Visuospatial Talents and Skills, and the Teaching of Today’s Chemistry’s Graphical Language. Journal of Science Education and Technology, v. 13, n. 1, 2004.
  8. HALL, Stuart. Codificação/Decodificação. In: Hall, S.; Sovik, L. (Orgs.). Da Diáspora: Identidades e Mediações Culturais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003b. p. 365-381.
  9. HALL, Stuart.. Encoding/decoding. In: HALL, S. et al. Culture, media, language. Hutchinson: Centre for Contemporary Cultural Studies (Ed.), 1980. p. 128-138.
  10. HOKYOUNG, R.; PARSONS, D. Innovative mobile learning. New York: Hershey, 2009.
  11. KRESS, G. Multimidality: a social semiotic approach to contemporary communication. New York: Routledge, 2010.
  12. G. et. Al. Multimodal teaching and learning. London: Continuum, 2001.
  13. LÉVY, Pierre. Cibercultura. Rio de Janeiro: 34, 1999.
  14. MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. São Paulo: Atlas. 12ª Ed. 2014.
  15. MESZAROS, I. O Poder da ideologia. São Paulo: Boi Tempo Editorial, 2004.
  16. MORAES, D. Crítica da mídia e hegemonia cultural. Rio de Janeiro: Mauad X: Faperj, 2016.
  17. MORAN, J. M. Ensino e educação de qualidade. In: MORAN, J. M.; MASETTO, M.; BEHRENS, M. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 8. ed. São Paulo: Papirus, 2004. Disponível em: <http:// www.eca.usp.br/prof/moran/qual.htm>. Acesso em: 05 abr. 2012.
  18. NEGROPONTE, Nicholas. A vida digital. São Paulo: Cia. das Letras, 1995.
  19. RENDUELES, César. Sociofobia: mudança política na era da utopia digital. São Paulo: SESC, 2016.
  20. SANTAELLA, L. Matrizes da linguagem e pensamento. Sonora, visual, verbal. Aplicações na hipermídia. São Paulo: Iluminuras, 2001.
  21. SHA, L.; LOOI, C.-K.; CHEN, W.; ZHANG, B. H. Understanding Mobile Learning from the Perspective of Self-Regulated Learning. Journal of Computer Assisted Learning, v. 28, n. 4, 2012.
  22. SOUZA, R. R. ; ALVARENGA, L. A web semântica e suas contribuições para a ciência da informação. Ciência da Informação, Brasília, v. 33, n. 1, p. 132-141, jan./abr. 2004.
  23. TONDEUR, J.; SCHERER, R.; BARAN, E. Teacher educators as gatekeepers: preparing the next generation of teachers for technology integration in education. British Journal of Educational Technology, v. 50, n. 3, p. 1189-1209, 2019.
  24. ULTAY, N.; CALIK, M. A Thematic Review of Studies into the Effectiveness of Context-Based Chemistry Curricula. Journal of Science Education and Technology, v. 21, n. 6, 2012.
  25. VANSLAMBROUCK, S. et. Al. Students’ motivation and subjective task value of participating in online and blended learning enviroments. Internet and Higher Education, v. 36, p. 33-40, 2018.
  26. VEIGA-NETO, Alfredo. Usando Gattaca: ordens e lugares. In: TEIXEIRA, Inês Assunção C. & LOPES, José S. M. (org.). A escola vai ao cinema. Belo Horizonte: Autêntica, 2003. p. 67-. 82.
  27. VIRÍLIO, Paul. A arte do motor. São Paulo: Estação Liberdade.1996b, 134p.
  28. Estética da Desaparição. Rio de Janeiro: Contraponto Editora, 2015.
  29. VYGOTSKY, L. A. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.
  30. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
  31. WONG, L. -H.; CHEN, W.; JAN, M. How Artefacts Mediate Small-Group Co-Creation Activities in a Mobile-Assisted Seamless Language Learning Environment. Journal of Computer Assisted Learning. v. 28, n. 5, 2012.

 

SEMINÁRIOS WEB-1, 2, 3 4 – OBRIGATÓRIA –  CARGA HORÁRIA: 15

Correspondem a quatro disciplinas de 15 horas cada, sendo ofertada uma em cada semestre do PROFQUI. Os seminários poderão ter abrangência local, regional, ou nacional, dependendo do interesse e da agenda proposta em cada semestre.

Conteúdo Programático

Serão tratados temas atuais de relevância científica e social para a química e sua transposição como disciplina para o ensino básico: História e Filosofia da Química, Dependência Química e Saúde, Química e sua divulgação, Química e seu papel no desenvolvimento social. Apresentação de projetos de pesquisa da dissertação, realização de prévias da dissertação e apresentação dos produtos educacionais desenvolvidos pelos mestrandos também podem estar contemplados entre os seminários ministrados.

 


QUÍMICA 1: ORIGEM DOS ELEMENTOS E MOLÉCULAS – OBRIGATÓRIA – CARGA HORÁRIA: 60

A formação dos elementos químicos. A constituição da matéria. Mendeleyev e o Universo dos elementos. A formação das moléculas. As interações matéria e energia. Panoramas da Química através da Tabela Periódica: dos metais aos não metais, das bases aos ácidos. Os estados da matéria e suas transformações. Formas de energia e seu papel nas mudanças de estado e nas transformações químicas.

Conteúdo Programático
  1. Teoria do Big Bang
    1. Nucleossíntese
    2. Química e evolução da Terra
  2. Constituição da matéria / Natureza Ondulatória
    1. O átomo nuclear e a existência do núcleo
    2. Estrutura Eletrônica
    3. Noções básicas sobre mecânica quântica
      1. Relação de incerteza de Heisenberg
      2. Dualidade onda-partícula
  • Números quânticos
  1. Orbitais atômicos
  2. Princípio da exclusão
  1. Mendeleev e o universo dos elementos
    1. História da construção da tabela
    2. Propriedades periódicas
    3. Elementos Metálicos e semi-metálicos, não metálicos
  2. Ligações químicas
    1. História da ligação química
    2. Natureza da ligação química
    3. Abordagem quântica
    4. Ligações múltiplas
    5. Basicidade e acidez
  3. Formas de energia
    1. Energia e estados da matéria
    2. Termodinâmica e equilíbrio
    3. Variação da energia livre e sua relação da constante de equilíbrio
    4. Termoquímica

 

REFERÊNCIAS

  1. MAAR, Juergen H. Pequena História da Química: Primeira Parte – Dos primórdios a Lavoisier, 1ª Ed. Florianópolis: Papa livros, 1999
  2. MAAR, Juergen H. Pequena História da Química: – Segunda Parte – de Lavoisier ao Sistema Periódico, 1ª Ed. Florianópolis: Papa livros, 2011
  3. TOMA, H. E., Coleção de Química Conceitual: 1. Estrutura atômica, ligações e estereoquímica; 2. Elementos químicos e seus compostos. Editora Blucher, SP. 2012.
  4. FILGUEIRAS, C. A. 200 anos da teoria atômica de Dalton. Quim. Nova na Escola, n.20, 38-44. http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc20/v20a07.pdf
  5. Estrutura da matéria: uma visão molecular. Cadernos Temáticos de Química Nova na Escola. Edição especial, v. 4, 2001. http://qnesc.sbq.org.br/online/cadernos/
  6. Representação estrutural da matéria. Cadernos Temáticos de Química Nova na Escola. Edição especial, v. 7, 2007. http://qnesc.sbq.org.br/online/cadernos/
  7. Bibliografia de artigos específicos e revisões da Química Nova, Química Nova na Escola, Revista Virtual de Química e QNINT.

 

QUÍMICA 2: PILARES DA QUÍMICA   OBRIGATÓRIA – CARGA HORÁRIA: 60

Interações atômicas e moleculares. Energia e reações químicas. Solubilidade. Fotossíntese. Respiração. Combustão. Relações estrutura – propriedades. Panoramas da Química: dos redutores aos oxidantes.

Conteúdo Programático
  1. Interações atômicas e moleculares. Forças intermoleculares e seus efeitos na temperatura de ebulição, estrutura e densidade de sólidos. Interações iônicas, Interações dipolo-dipolo, Interações de dispersão, Ligações de hidrogênio. Interferência de fatores ambientais.
  1. Solubilidade dos compostos orgânicos, inorgânicos e covalentes. Solubilidade em processos biológicos. Métodos de separação de misturas. Determinação do teor de etanol na gasolina por solubilidade em água.
  1. Relações estrutura – propriedades. Estudo de substância e mistura (partir do mundo macroscópico para só depois contextualizar o microscópico das estruturas). Propriedades dos sólidos, líquidos e gases. Sólidos moleculares, reticulares e amorfos. Diversidade estrutural do carbono na formação de compostos. Metais, ligas metálicas, semicondutores e cerâmicas.
  1. Energia, Fotossíntese e Respiração. Energia nuclear, química, térmica, termoelétrica e aproveitamento de energia. Química dos combustíveis (tipos de combustíveis e suas fontes). Interferência de fatores ambientais na fotossíntese. Fotossíntese como fonte de biomassa. Ciclo dos elementos carbono, nitrogênio e oxigênio. Água.
  1. Panoramas da Química: dos redutores aos oxidantes. Definições. Número de oxidação. Potenciais eletroquímicos. Pilhas e baterias. Célula de combustível. Galvanização. Corrosão. Eletrólise. Exemplos de processos de oxirredução da rotina diária.

 

REFERÊNCIAS

  1. Treichel, P.J.; Kotz, J. C.; Química Geral e Reações Química vol.1, Editora Cengage Learning, 2009
  2. TOMA, H. E., Coleção de Química Conceitual: 2. Energia, Estados e Transformações Químicas Editora Blucher, SP. 2012.
  3. Voet, D. Bioquímica, Editora Artmed, 2013
  4. Loreto, E. L. S.; Sepel, L. M. N. Fluorescencia da Clorofila, Orbitais e Fotossíntese: atividades práticas integrando conceitos de Química, Física e Biologia, Revista Brasileira de ensino de Bioquímica, 2013, 1, 26-36.
  5. Fotossíntese: um tema para o ensino de ciências? Química nova na escola, 2000, 12, 24-29 http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc12/v12a06.pdf
  1. A química do Corpo Humano: Tensão Superficial nos Pulmões ? Química nova na escola, 2002, 3-5. http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc16/v16_A02.pdf
  1. Martins, C. R Lopes, W. A.; Andrade, J. B. Quim. Nova, 2013, 1248-1255.
  2. Cangemi, J. M.; dos Santos, A. M.; Claro-Neto, S. Poliuretano: de travesseiros a preservativos, um polímero versátil. QNESC 31(3), 159 (2009).
  3. Da Silva, C. N.; Lobato, A. C.; Lago, R. M.; Cardeal, Z. L.; Quadros, A. L. Ensinando a química do efeito estufa no ensino médio. QNESC 31(3) 268 (2009).
  4. Barros, H.L.C. Processos endotérmicos e exotérmicos: uma visão atômico-molecular QNESC 32(4) 241 (2009).
  5. Barbosa, A. B.; da Silva, R. R. Xampus. QNESC 2, 3 (1995).
  6. Cangeli, J.M.; Santos, A.M.; Claro-Neto, S. Biodegradação: uma alternativa para minimizar os impactos decorrentes dos resíduos plásticos. QNESC 22, 17 (2005).
  7. Dazzani, M.; Correia, P.R.N.; Oliveira, P.V.; Marcondes, M.E.R. Explorando a química na determinação do teor de álcool na gasolina. QNESC 17, 43 (2003).
  8. Fragal, V. H.; Maeda, S. M.; Palma, E. P.; Buzatto, M.B.P.; Rodrigues, M.A.; Silva, E.L. Uma proposta alternativa para o ensino de eletroquímica sobre a reatividade dos metais. QNESC 33(4) 216 (2011).
  9. Kawasaki, C.S.; Bizzo, N.M.V. Fotossíntese – um tema para o ensino de Ciências? QNESC 12, 24 (2000).
  10. Martins, C.R.; Lopes, W.A.; Andrade, J. B. Solubilidade das substâncias orgânicas. Química Nova 36(8), 1248 (2013).
  11. Rezende, W.; Lopes, F. S.; Rodrigues, A. S.; Gutz, I. G. R. A efervescente reação entre dois oxidantes de uso doméstico e a sua análise química por medição de espuma, QNESC 30, 66 (2008).
  12. Rocha, W.R. Interações intermoleculares. QNESC 4, 31 (2001).
  13. Rosa, N. A.; Afonso, J. C. A química da cerveja. QNESC 37(2), 98 (2015).
  14. Sanjuan, M.E.C.; dos Santos, C. V.; Maia, J. O.; Silva, A. F. A.; Wartha, E. J. Maresia: uma proposta para o ensino de eletroquímica. QNESC 31(3) 190 (2009).
  15. Santos, A.P.B.; Pinto, A.C. Biodiesel: uma alternativa de combustível limpo. QNESC 31(1) 58 (2009).
  16. Sartori, E. R.; Batista, E. F.; Fatibello-Filho, O. Escurecimento e limpeza de objetos de prata – um experimento simples e de fácil execução envolvendo reações de oxidação-redução QNESC 30, 61 (2008).
  17. Silva, V. A.; Benite, A. M. C.; Soares, M.H.F.B. Algo aqui não cheira bem…a química do mau cheiro QNESC 33(1) 3 (2011).
  18. Wan, E.; Galembeck, E.; Galembeck, F. Polímeros sintéticos. Cadernos Temáticos de QNESC, Edição especial, maio 2001, pag. 5.
  19. A química do corpo humano: Tensão superficial dos pulmões? Química nova na escola, 2002, 3-5. http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc16/v16_A02.pdf
  20. Loreto, E. L. S.; Sepel, L. M. N. Fluorescencia da Clorofila, Orbitais e Fotossíntese: atividades práticas integrando conceitos de Química, Física e Biologia, Revista Brasileira de ensino de Bioquímica, 2013, 1, 26-36.

 

QUÍMICA 3: QUÍMICA DA VIDA, AMBIENTE E MATERIAIS – OBRIGATÓRIA – CARGA HORÁRIA: 60

A Química da vida, ambiente e materiais de fontes fósseis e renováveis. Inter-relações química-física-biologia-matemática. Tecnologias convergentes e sustentabilidade. O setor industrial químico. A percepção da química pela sociedade. A contribuição cientifica e tecnológica da Química (Brasil e Global) para melhoria da qualidade de vida. Nanociência e nanotecnologia.

Conteúdo Programático:

A PERCEPÇÃO DA QUÍMICA PELA SOCIEDADE: Tópicos que tragam a abordagem do porquê o conteúdo de química na sala de aula seja tão distante do cotidiano do aluno. Apresentar a relação direta dos conteúdos vistos em sala de aula e atividades diárias levando o aluno a desenvolver um olhar clínico no seu dia a dia e observar a química a sua volta.

A CONTRIBUIÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DA QUÍMICA (BRASIL E GLOBAL) PARA MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA: Apresentação do uso de produtos em diferentes áreas, tais como, saúde, materiais, corantes etc., que vieram da descoberta científica e que revolucionaram a sociedade.

A QUÍMICA DA VIDA: A origem da vida e a arquitetura celular. Substâncias Orgânicas e Inorgânicas inerentes a vida. Água, sais minerais, vitaminas, proteínas, desnaturação das proteínas, carboidratos, glicídios, lipídios, ácidos nucleicos, enzimas.

AMBIENTE E MATERIAIS DE FONTES FÓSSEIS E RENOVÁVEIS: Conceitos. Problemas ambientais. Preservação e conservação ambiental. Meio ambiente e sustentabilidade. Contaminantes em águas, solos e atmosfera, camada de ozônio e a emissão de gases. Combustíveis fósseis (carvão, petróleo, gás natural, hidrogênio e a célula combustível, etanol, gasolina) . Energias não renováveis e renováveis.

INTER-RELAÇÕES QUÍMICA-FÍSICA-BIOLOGIA-MATEMÁTICA: A vida obedece às Leis da Termodinâmica: Leis da termodinâmica e Funções de Estado.

O SETOR INDUSTRIAL QUÍMICO: as fontes de produtos químicos, os setores importantes da indústria química, plantas industriais, classificação dos produtos químicos, o processo químico, refino de petróleo e petroquímica, fabricação de produtos técnicos.

TECNOLOGIAS CONVERGENTES: nanotecnologia, biotecnologia, tecnologias de comunicação e informação e ciências cognitivas (neurociência). Definições, aspectos gerais, aplicações e impactos na sociedade. Indústria 4.0.

SUSTENTABILIDADE: conceito de desenvolvimento sustentável, química verde, princípios e processos industriais limpos, aproveitamento da biomassa renovável.

NANOCIÊNCIA E NANOTECNOLOGIA: Conceitos, princípios, avanços, história, contextualização e geopolítica.

QUÂNTICA: A pré-história da nanotecnologia.

SEMICONDUTORES E OS LIMITES DA MICROELETRÔNICA: A versatilidade dos semicondutores. Dopagem: elétrons e lacunas sob medida. Barreiras de potencial e poços quânticos.

AVANÇOS E APLICAÇÕES: Usinando nanoestruturas. Laser de Poços Quânticos. Laser de Fios Quânticos e de Pontos Quânticos. Impacto da Nanotecnologia na Medicina. Disponibilizando Drogas de Forma Controlada. Nanotecnologia e o Meio Ambiente.

 

REFERÊNCIAS

  1. L. P., SCHNETZER, R. P. Função Social: O que significa ensino de química para formar o cidadão? Química Nova na Escola, São Paulo, n. 4, p. 28-34, 1996.
  2. CHASSOT, Attico Inácio (1995). Para que(m) é útil o ensino? Alternativas para um ensino (de Química) mais crítico. Canoas: Ed. da ULBRA
  3. MÓL, G. de S. e SANTOS, W.L.P.; CASTRO, E.N.F de; SILVA, G. de S.; MATSUNAGA, R.T. ; SILVA, R.R. da; FARIAS, S.B.; SANTOS, S.M. de O. e DIB, S.M.F. Química na sociedade: Projeto de ensino de Química em um contexto social . 2ª ed. Brasília, Editora
  4. Noyori, The future of chemistry, Nature Chemistry 1, 5, 2009
  5. Galembeck, F.; Alquimia no Século 21, editorial J. Braz. Chem. Soc., 22, 195, 2011
  6. Molecules: The Elements and the Architecture of Everything (Inglês), 2016, Theodore Gray
  7. TOMA, H. E., Coleção de Química Conceitual: 1. Estrutura atômica, Ligações e estereoquímica; 2. Elementos químicos e seus compostos; 3. Energia, estados e transformações químicas; 4. Química de coordenação, organometálica e catálise. 5. Química bioinorgânica e Ambiental. Editora Blucher, SP. 2012.
  8. SANTOS, W. L. P. (coordenador); Química & Sociedade, Ed. Nova Geração, São Paulo, 2005.
  9. Estrutura da matéria: uma visão molecular. Cadernos Temáticos de Química Nova na Escola. Edição especial, v. 4, 2001. http://qnesc.sbq.org.br/online/cadernos/
  10. Novos materiais. Cadernos Temáticos de Química Nova na Escola. Edição especial, v. 2, 2001.
  11. Bibliografia de artigos específicos e revisões da Química Nova, Química Nova na Escola, Revista Virtual de Química e QNINT
  12. ANTUNES, A. (organizadora). Setores da indústria química orgânica. 1ed. Rio de Janeiro: E-papers Serviços Editoriais Ltda, 2007. 242 p.
  13. SHREVE, R.N.; BRINK Jr., J.A. Indústrias de processos químicos. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois S.A., 1977. 714 p.
  14. GALEMBECK, F.; BARBOSA, C.A.S.; DE SOUSA, R.A. Aproveitamento sustentável de biomassa e de recursos naturais na inovação química. Química Nova, v. 32, n. 3, p. 571-581, 2009.
  15. LENARDÃO, E. J.; FREITAG, R. A.; DABDOUB, M. J.; BATISTA, A. C. F.; SILVEIRA, C. C. “Green chemistry” – os 12 princípios da química verde e sua inserção nas atividades de ensino e pesquisa, Química Nova, v. 26, p. 123-129, 2003;
  16. VAZ JR., S. Rumo a uma Química Renovável Brasileira a partir da Biomassa Vegetal. Revista Virtual de Química, v. 9, n. 1, p. 238-247, 2017.
  17. TOMA, H. E., Coleção de Química Conceitual: 1. Estrutura atômica, Ligações e estereoquímica; 5. Nanotecnologia Molecular – Materiais e Dispositivos.
  18. Estrutura da matéria: uma visão molecular. Cadernos Temáticos de Química Nova na Escola. Edição especial, v. 4, 2001. http://qnesc.sbq.org.br/online/cadernos/
  19. Novos materiais. Cadernos Temáticos de Química Nova na Escola. Edição especial, v. 2, 2001.
  20. Bibliografia de artigos específicos e revisões da Química Nova, Química Nova na Escola, Revista Virtual de Química e QNINT.

 

FUNDAMENTOS METODOLÓGICOS PARA A PESQUISA EM ENSINO DE QUÍMICA – OBRIGATÓRIA – CARGA HORÁRIA: 60

Pesquisa em Ensino de Química: aspectos teóricos, epistemológicos e metodológicos. Reflexos da pesquisa em Ensino de Ciências em sala de aula. Normas de trabalhos científicos: artigo, monografia, dissertação e projeto de investigação em Ensino de Química. Análise de artigos, dissertações e teses de ensino de Química. Elaboração de proposta de organização do trabalho de dissertação.

 

REFERÊNCIAS

  1. CERVO, A. L.; SILVA, R.; BERVIAN, P. A. Metodologia Científica. 6ª Ed., São Paulo: Pearson Education, 2007.
    SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho Científico. 23ª Ed., São Paulo: Cortez Editora, 2007.
  1. MARTINS, H. H. T. S. Metodologia qualitativa de pesquisa. Educação e Pesquisa, v.30, n.2, 289-300, 2004.
  2. VASCONCELOS, S. M. R. O plágio na comunidade científica: questões culturais e linguísticas. Ciência e Cultura, v.59, n.3, 4-5, 2007.
  3. PUNTAMBEKAR, S., GOLDSTEIN, J. Effect of visual representation of the conceptual structure of the domain on science learning and navigation in a hypertext environment. Journal of Educational Multimedia and Hypermedia, v. 16, n. 4, 429-459, 2007.
  4. SCHEPMANN, H.G., HUGHES, L.A. Chemical Research Writing: A Preparatory Course for Student Capstone Research. Jounal of Chemical Education., v.83, n.7, 1024, 2006.

PESQUISA DE DISSERTAÇÃO DE MESTRADO – OBRIGATÓRIA – CARGA HORÁRIA: 360

Após a conclusão da parte teórica os alunos deverão desenvolver um trabalho de dissertação, envolvendo, necessariamente, temas relacionados com atividades didáticas para o ensino médio. a Escolha do tema da dissertação deverá ocorrer obrigatoriamente até o terceiro semestre. Nesta etapa será analisada a proposta do trabalho de dissertação, avaliando os aspectos relativos à viabilidade teórica, metodológica e prática, bem como, a execução no prazo previsto.