Dissertações

 

27/09/2019

CAMINHOS DA REAÇÃO: UMA SEQUÊNCIA DIDÁTICA PARA O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE TAXA DE DESENVOLVIMENTO DA REAÇÃO

Autor: RUBENIGUE DE SOUZA SILVA
UFRN

O processo de ensino e aprendizagem em Química é considerado ainda um grande desafio para muitos docentes que convivem com as dificuldades enfrentadas pelo educando, uma vez que o seu conteúdo da é caracterizado pelo elevado grau de complexidade e dificuldades de compreensão. Por estas razões, é essencial buscar recursos didáticos que
possibilite a melhoria do entendimento dos conceitos dessa disciplina. Nesse sentido, este trabalho teve como objetivo desenvolver uma sequência didática sobre o conteúdo taxa de reação, a partir de diferentes estratégias, tais como, livros didáticos, vídeos, notícias de jornais e revista, simulador Phet, experimentação e espaço para diálogo, que abordam
questões sobre alimentos, meio ambiente, química dos combustíveis e catálise. Além de abarcar estratégias expositivas, nessa proposta também foi elaborado um jogo didático como ferramenta de auxílio ao processo de ensino e aprendizagem em química. A pesquisa foi caracterizada como qualitativa e a escolha do tema, taxa de reação, foi devido às
dificuldades de entendimento referentes aos conteúdos já existentes na literatura devido a utilização de metodologia tradicional. O trabalho foi aplicado em duas turmas da 2a série do ensino médio, e iniciando-se com uma sequência didática de quatro blocos, duas aulas em cada bloco, perfazendo um total de oito aulas. Ao final dos blocos foi aplicado o jogo, que
permite ao discente adquirir conhecimentos por meio de métodos alternativos aos modelos tradicionais de ensino, incorporando características lúdicas dos jogos aos conceitos e conteúdos e permitiu o docente avaliar o conteúdo trabalhado. Os dados foram coletados por meio de gravações (áudio e vídeo), feitas em sala de aula, diário de campo e formulários. Para a análise e tratamento dos dados, foi utilizada a técnica de triangulação dos dados, que tem o objetivo de abranger a máxima amplitude na descrição, explicação e compreensão do foco em estudo, nas pesquisas de cunho qualitativo. Foi possível
identificar os conhecimentos prévios dos alunos e, com isso, utilizar estratégias, ferramentas e objetos educacionais aliados aos temas (alimentos, meio-ambiente, química dos combustíveis e catálise) utilizados na sequência didática, o que possibilitou a
motivação tanto no jogo quanto nas aulas para a discussão dos quatro temas. A interação entre alunos-alunos e alunos-professor proporcionada pelo jogo foi intensa, assim como, nas situações-problema criadas nas aulas. O lúdico se destacou, principalmente no jogo, que apresentou muita diversão e prazer. Durante a aplicação do jogo foi possível observar a
ótima relação que o jogo teve com o conteúdo trabalhado em sala de aula. Esse trabalho possibilitou aos alunos durante a aplicação da sequência didática e do jogo, estabelecer e relacionar os conceitos do conteúdo taxa de reação, a partir das problemáticas e questionamentos sobre os temas envolvidos. Um produto educacional, que é a sequência didática, foi elaborado para o conteúdo taxa de reação.


30/08/2019

UMA ABORDAGEM PARA O ENSINO DE MODELOS ATÔMICOS E RADIOATIVIDADE A PARTIR DA HISTÓRIA DA CIÊNCIA

Autor: NARA FERNANDES LEITE DA SILVA
UFTM

Diante do que ainda temos no Ensino de Química, a descontextualização e a fragmentação dos conteúdos, é que propomos por meio deste trabalho uma sequência de ensino para os alunos do 1º ano do Ensino Médio, que aborde os temas de Modelos Atômicos e Radioatividade de forma conectada a partir da História da Ciência. A escolha dos temas partiu do raciocínio de que, o aluno ao conhecer as proposições dos modelos atômicos, no caso conhecer o átomo, tem que de fato compreender o que acontece com ele. Além disso o tema Radioatividade é bem atraente aos olhos dos alunos. A História da Ciência é a responsável, nesta proposta, de contextualizar e conectar os temas em questão, uma vez que a história do átomo se fez da utilização da radioatividade. Para a elaboração da proposta foi realizado um levantamento dos trabalhos históricos já existentes na literatura sobre Modelos Atômicos e Radioatividade, em que se construiu a partir deles a ligação entre os temas de interesse. A sequência de ensino é composta por aulas diversificadas, que consistem em apresentar a cada início de aula o contexto histórico que se vivia na época em que o modelo a ser estudo foi proposto. Este trabalho apresenta uma análise da forma como os documentos oficiais norteiam o professor referente aos conteúdos em foco, e como os livros didáticos os abordam. Análises que ajudaram na elaboração da sequência de ensino. Além disso, nessa pesquisa também há discussão dos dados gerados a partir da aplicação dessa proposta em uma Escola Estadual da cidade de Uberaba, Minas Gerais. Percebemos que a inserção da História da Ciência na proposta deste trabalho mostrou-se satisfatória, uma vez que se obteve maior envolvimento, e participação dos alunos, o que consequentemente resultou em um bom desempenho deles na aprendizagem desses conteúdos. Enfim, este trabalho gerou um produto educacional que consiste em uma sequência de ensino para o estudo de Modelos Atômicos e Radioatividade a partir da História da Ciência.


 

2/08/2019

DESENVOLVIMENTO DE SEQUÊNCIA DIDÁTICA PARA O ENSINO DE DISPERSÕES

Autor: REGINA AMANDA FRANÇA ALMEIDA
UFRN

Material complementar à minha dissertação. Link: Produto

Diante das dificuldades de compreensão do conteúdo de Dispersões, relatados na literatura para os alunos do ensino médio e, com o intuito de auxiliar no processo de ensino aprendizagem deste conteúdo, esta dissertação teve como objetivo o desenvolvimento de um produto educacional, o qual é caracterizado por uma sequência didática que utiliza a Teoria da Aprendizagem Significativa (desenvolvida por David Ausubel) – TAS – em suas etapas de aplicação. O público-alvo foi uma turma, que contém 40 alunos, pertencentes à 2ª série do Ensino Médio com modalidade de estudo em Tempo Integral, localizada na cidade de Fortaleza, Ceará. Durante a realização das atividades foram preservadas as identidades dos alunos. A sequência didática consta de cinco momentos: o primeiro é um questionário para levantamento de conhecimentos prévios dos estudantes junto a um texto; o segundo é uma aula expositiva (a qual foi construída partindo dos resultados do levantamento prévio); o terceiro é a utilização de simuladores para fixação e aprofundamento de conhecimentos; o quarto é a elaboração de mapas conceituais; o quinto e último foi a discussão destes mapas conceituais e elaboração de novos. Durante a aplicação da primeira etapa da sequência didática foi observada, como resultado, bastante participação dos alunos nas discussões iniciais. Em relação às respostas dos questionários, foi possível perceber que muitos estudantes possuíam dificuldades relacionadas à interpretação de dados matemáticos. Também foi notório que alguns, além de apresentarem dificuldades matemáticas, mostraram-se confusos no que diz respeito a conceitos ligados aos termos “mistura homogênea” e “mistura heterogênea”. No segundo momento, os estudantes foram bastante participativos durante a explicação do conteúdo sobre dispersões, de modo que durante a explanação faziam colocações lembrando o questionário e o assunto que no momento estava sendo explanado. No terceiro momento os alunos demonstraram empolgação para participar dos simuladores on-line. Durante a realização do primeiro simulador, a Tarefa de João, foi possível perceber algumas dificuldades conceituais, porém a maioria da turma apresentou bom aproveitamento. No segundo simulador, também se observou bom desempenho e participação para trabalhar com diferentes concentrações de substâncias e suas respectivas interpretações. O terceiro simulador, percebeu-se que a maior parte da turma apresentou dificuldade para realizar. Esse fato foi possivelmente devido a presença de alguns cálculos e interpretações necessárias para concluir a atividade.

No momento quatro, foi notória a dificuldade na confecção dos primeiros mapas conceituais. Os discentes tiveram muitas dúvidas em relação a estrutura destes desenhos. No quinto momento, durante a reconstrução dos mapas de conceitos, foi possível perceber uma melhor desenvoltura na elaboração dos mapas conceituais, de forma que os estudantes conseguiram acrescentar mais conceitos, interligá-los por meio de conectivos e respeitaram a hierarquia conceitual. Foi possível perceber que a sequência didática teve grande importância na estimulação dos alunos ao estudo de Dispersões e, também, um bom desempenho cognitivo sobre o entendimento deste conteúdo durante as etapas de aplicação. Há um destaque para a etapa de construção dos mapas conceituais, uma vez que eles possibilitam trabalhar conceitos e instrumentalizar a Aprendizagem Significativa.

Palavras-chave: Ensino de Química; Ensino de Dispersões; Aprendizagem Significativa; Mapas Conceituais; Sequência didática.


2/08/2019

ENSINO HÍBRIDO EM FOCO: ESTRATÉGIAS PARA O ENSINO DE FUNÇÕES ORGÂNICAS OXIGENADAS

Autor: ADRIANO CÉSAR JERÔNIMO DA COSTA
UFRN

Material complementar à minha dissertação. Link: Produto

A educação do século 21 tem mudado devido ao uso de metodologias que, agregadas as tecnologias digitais, contribui para a melhoria do ensino. Mesmo com tantas mudanças, o processo de aprendizagem em Química ainda é um desafio enfrentado pelos professores e pelos alunos. O Ensino Híbrido é uma tendência metodológica no qual a instrução é apresentada de forma online e presencial, integrando as TDIC’s para se obter uma melhor participação dos alunos nas aulas, contribuindo para uma melhor compreensão do que se estuda. Neste trabalho, apresentamos uma sequência de aulas voltada para o conteúdo de funções orgânicas oxigenadas, utilizando o modelo do Ensino Híbrido, combinando estratégias de aprendizagem invertida, instrução por pares e ferramentas digitais. O estudo foi realizado em uma turma da 3ª Série do Ensino Médio de uma escola pública estadual na cidade de Mataraca-PB. A observação participante foi utilizada como método de investigação qualitativa, para examinar e analisar o comportamento e desempenho, advindos do engajamento e das impressões dos alunos para com a estratégia apresentada, visando compreender os resultados com profundidade. A ferramenta digital Google Sala de Aula foi utilizada com o propósito de fazer com que os alunos desenvolvessem estudos prévios do conteúdo aprendido por meio de videoaulas produzidas durante este trabalho e hospedadas no YouTubeTM, além de atividades presenciais diversas, colaborando mediante aprendizado em grupos. Na etapa presencial foram utilizadas palavras cruzadas, questionários com exercícios de aplicação e construtor de moléculas, além de utilização do aplicativo Plickers para conduzir a instrução por pares e do Socrative para revisão dos conteúdos vistos em sala. Como resultado destas atividades, as discussões entre os alunos sobre a diferenciação e classificação das funções orgânicas oxigenadas e suas diversas formas de aplicação no cotidiano tornaram-se mais independentes do professor, e eles passaram a compartilhar entre si seus próprios métodos de aprendizagem do conteúdo estudado e contribuindo, coletivamente, para construir o próprio conhecimento.
Os alunos puderam relatar de forma positiva o modelo do Ensino Híbrido com aprendizagem invertida e instrução por pares, por meio das aulas online e os exercícios em sala, com o auxílio das TDIC’s, mostrando que é uma estratégia que aliada ao ensino, permite aos alunos criarem espaços de interação e compreensão dos conteúdos abordados de forma mais independente e ativa, sendo motivados a enriquecer os momentos presenciais com trocas de conhecimento e experiências, rompendo as barreiras do ensino para atender as necessidades de uma geração conectada. O produto educacional gerado é destinado a professores do Ensino Médio na forma de manual de instruções que os auxilia no desenvolvimento dessa metodologia.

Palavras-chave: Ensino de Química. Funções Orgânicas Oxigenadas. Ensino Híbrido.Aprendizagem Invertida. Instrução por pares. Colaboração. TDIC. Aprendizagem Ativa. Mediação.


1/08/2019

UMA PROPOSTA DE ENSINO DE EQUILÍBRIO QUÍMICO COM USO DA METODOLOGIA ATIVA POGIL

Autor: LUIZ FERNANDO PEREIRA
UFRN

Material complementar à minha dissertação. Link: Produto

O tema equilíbrio químico contém explicações de uma variedade de fenômenos químicos e relaciona-se com outros conceitos fundamentais do campo epistemológico da Química. Entretanto, são conhecidas muitas dificuldades de aprendizagem, já amplamente relatadas na literatura. Apresentamos uma proposta de ensino que busca envolver o estudante no processo de aprendizagem de conteúdos deste tema, de modo participativo e colaborativo, explorando a autonomia intelectual e o pensamento crítico. O POGIL, do inglês – Process Oriented Guided Inquiry Learning (Processo de aprendizagem orientado por investigação guiada) foi a metodologia ativa utilizada na sequência de atividades planejadas para a sala de aula e laboratório. O estudo foi desenvolvido como uma pesquisa qualitativa, tendo como sujeitos participantes o pesquisador e estudantes do 2º ano do ensino médio e técnico em segurança do trabalho da Escola Estadual Teônia Amaral, localizada no município de Florânia-RN. A coleta de dados foi realizada por meio de atividades, questionário, prova pedagógica e notas de campo. Os resultados evidenciaram uma participação ativa dos estudantes nas atividades propostas, onde eles apresentaram maior interação entre os colegas e com o professor, um maior nível de interesse e comprometimento nas atividades, bem como uma maior facilidade na construção do conhecimento. As atividades contendo questões com níveis crescente de complexidade, levando-se em consideração os conhecimentos prévios e as discussões realizadas ao final das atividades, apresentaram-se como promissoras para potencializar a compreensão dos aspectos qualitativos do equilíbrio químico. Em sua grande maioria, os estudantes foram capazes de atribuir caráter dinâmico ao equilíbrio químico, e apresentaram o entendimento de que reagentes e produtos coexistem no mesmo meio reacional. O produto educacional desta pesquisa é uma oficina pedagógica destinada a professores do Ensino Médio, que os habilita a conduzir as atividades propostas nesse trabalho.


26/07/2019

A DIMENSÃO PEDAGÓGICA DA TABELA PERIÓDICA NO ENSINO DE CONCEITOS QUÍMICOS

Autor:  Mayana Ferreira Cunha
UFTM

PRODUTO EDUCACIONAL: CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA DOS ELEMENTOS: A TABELA COMO VOCÊ NUNCA VIU!

Resumo:

 


 

1/07/2019

O USO DAS TICs COMO ESTRATÉGIA PARA PROMOVER O CONHECIMENTO EM TABELA PERIÓDICA

Autor: IRIVAN ALVES RODRIGUES
UFRN

A evolução tecnológica tem trazido grandes impactos positivos para o ambiente escolar. Este processo norteia o ensino e aprendizagem por meio das tecnologias da informação e comunicação (TICs) que possibilita aos professores a utilização das diversas ferramentas e abordagens educacionais. A busca por alternativas metodológicas para melhorar a eficácia do processo de ensino e aprendizagem em relação ao conteúdo Tabela Periódica, tornando-os mais prazeroso para os professores e alunos em sala de aula, foi o foco desse estudo. A utilização de jogos digitais, com caráter educativo, foi a estratégia aplicada para potencializar a qualidade do resultado, pois por meio dos recursos oferecidos pelos jogos, o aprender adquire um viés lúdico, que possibilita um processo de ensino e aprendizagem mais dinâmico e agradável. Nesse contexto, este trabalho buscou discutir a importância das TICs e contribuir para a melhoria do ensino-aprendizagem do conteúdo Tabela Periódica, com a utilização de estratégias metodológicas por meio de jogos educativos digitais, que incentivassem o aprendizado dos alunos envolvidos. Estas foram aplicadas em uma escola pública estadual, da cidade Santa Rita-PB, para duas turmas de primeiro ano do ensino médio. A metodologia foi desenvolvida com uma sequência de atividades, por meio de aulas expositivas, uso de mídias educacionais eletrônicas em celulares/computadores e de questionários contendo perguntas abertas e fechadas, aplicadas ao tema. A utilização dos recursos digitais neste trabalho, como proposta pedagógica, visou complementar a tradicional metodologia de ensino, para a construção do conhecimento dos participantes de forma interativa, bem como promover o desenvolvimento de habilidades e raciocínio. As TICs utilizadas possibilitaram aulas motivadoras e dinâmicas para os alunos, os quais obtiveram ganhos significativos de aprendizagem e eficiência do tempo para a resolução de problemas envolvendo a temática sobre Tabela Periódica. Os dados mostraram que, depois de fazer usos dos jogos digitais, o percentual médio na quantidade de acertos das questões abordando o conteúdo Tabela Periódica passou de 71,0% para 90,4%. Como resultado deste trabalho foi elaborada uma cartilha didático-pedagógica como produto educacional, direcionada aos professores de Química do ensino médio e áreas afins.

PRODUTO EDUCACIONAL: TABELA PERIÓDICA e JOGOS DIGITAIS: recursos didáticos para os dias atuais


28/06/2019

PROPOSTA DE AULA CONTEXTUALIZADA: DETERMINAÇÃO COLORIMÉTRICA DE Fe2+ EM FÁRMACOS EMPREGANDO UM SMARTPHONE COMO INSTRUMENTO ANALÍTICO

Autor: JÚLIO CÉSAR ALVES FERREIRA
UFV

A proposta desse trabalho consistiu no desenvolvimento de uma aula prática contextualizada para alunos de ensino médio baseada na determinação de Fe2+ em fármacos cujo princípio ativo é o sulfato ferroso, que devido ao baixo custo e boa eficácia no tratamento de anemia, é o medicamento mais amplamente prescrito. Com a experimentação de forma contextualizada podemos
problematizar situações e estimular o aluno a realizar um trabalho por investigação para que o mesmo possa vir a buscar respostas deixando de ser um mero expectador. Esta aula prática será oferecida a professores de ensino médio da rede pública e particular que atuam na área de Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias para que os mesmos possam atuar de forma
contextualizada e interdisciplinar. O método aplicado utiliza reagentes de fácil aquisição e em pequenas quantidades, além de ter o smartphone como instrumento de análise utilizado, o que torna a aula prática com baixo custo e de fácil execução, quando comparado a instrumentos de análise utilizados tradicionalmente. O equipamento para análise das imagens foi construído
empregando a caixa do próprio celular. As reações foram realizadas diretamente em tampas de plástico reutilizadas e em seguida inseridas na caixa para captura das imagens pelo aplicativo do smartphone. Diante do estudo realizado e comos resultados obtidos pode-se concluir que a aula prática desenvolvida pode ser utilizada como mais uma ferramenta de incentivo aos alunos do ensino médio agindo como facilitador do processo de ensino e aprendizagem. A experimentação, contextualização e o uso de tecnologia pode ser um caminho novo e alternativo no ensino da química e disciplinas afins.

 


27/06/2019

ORIGAMI ARQUITETÔNICO COMO RECURSO PEDAGÓGICO PARA A COMPREENSÃO DE GEOMETRIA ESPACIAL DE MOLÉCULAS

Autor: NILTON CLAUDIO MAIA
UFRN

Material complementar à minha dissertação. Link: Produto

Nesta pesquisa, foram elaboradas e construídas pranchetas de origami arquitetônico aplicáveis como recurso didático, tendo o objetivo adicional avaliar sua potencialidade de ferramenta educacional no ensino de Geometria Molecular. A pesquisa fundamentou-se em alguns referenciais teóricos: a Teoria Sócio-interacionista de Vygotsky, Teoria Geral dos Signos de Charles Peirce e nas contribuições de pesquisadores da Educação Química. Optou-se metodologicamente por uma pesquisa de natureza qualitativa e participativa. Os dados foram recolhidos a partir do acompanhando da proposta pedagógica, que incluiu a aplicação de questionários, inicial e final, a toda a turma, a observação de atividades propostas nas pranchetas, realização de atividade experimental com origami, notas de campo, questionário de satisfação do material e um teste realizado duas semanas depois, para verificação da memória de longo prazo. Os resultados mostraram que, ao se aplicar uma metodologia com este material didático em uma turma de 3º ano do Ensino Médio de uma escola pública estadual no município de Morada Nova – CE, foi possível verificar a partir dos conhecimentos prévios dos alunos, que estes avançaram em sua aprendizagem. A maioria deles assimilaram de forma consistente as informações sobre o tema, desenvolvendo habilidades espaciais, tais como, rotacionar mentalmente uma molécula no espaço, transpor ou traduzir uma representação de moléculas 2D para 3D e vice-versa, além de perceber algumas relações entre propriedades e geometria molecular. Os alunos participaram com entusiasmo das atividades e apresentaram boa cooperação ao trabalhar em grupo, compartilhando dúvidas e experiências com seus pares. A presença do professor como mediador nesse processo, foi de fundamental importância para a adequada utilização do material didático e aprofundamento do tema desenvolvido.

 


26/06/2019

JOGOS DIDÁTICOS PARA O ENSINO DE QUÍMICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Autor: TATIANE DA ROCHA CARIAS
UFV

Este estudo teve como foco a construção de jogos didáticos sobre a Tabela periódica dos elementos químicos para serem aplicados em sala de aula na modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA) no Ensino Médio (EM). Os estudantes da EJA não tiveram acesso ou não concluíram as etapas de estudos na faixa etária esperada. O currículo da EJA é mais restrito que o regular, sendo cada ano do EM oferecido em um semestre. A escolha do conteúdo e do público alvo para a utilização desses jogos está relacionada às dificuldades apresentadas por esse público estudantil em relação à aprendizagem de Química e à disponibilidade bastante restrita de materiais didáticos para a EJA. A representação simbólica dos elementos químicos e o entendimento da tabela periódica são a base para a compreensão de todos os demais temas da Química. Assim, o fortalecimento da aprendizagem desses conceitos fundamentais é importante para o sucesso do processo de ensino de Química. Na EJA, as turmas são bastante heterogêneas, envolvendo extensa faixa etária (de jovens a idosos). As aulas se dão no turno noturno. Em muitos casos, os estudantes vêm  à escola após uma jornada de trabalho. Assim, a dificuldade de concentração em aulas expositivas é um fator a ser considerado pelo professor. A introdução de atividades interativas, onde a participação do estudante é o ponto central, é uma estratégia que permite conquistar sua atenção para o conteúdo. Outra limitação imposta pela situação de parte dos estudantes é a baixa disponibilidade de tempo para atividades extraclasse. Dessa forma, os exercícios que no ensino regular normalmente são tarefas para casa, na EJA precisam ser realizados em classe. Para um maior envolvimento dos estudantes com esse tipo de atividade, jogos didáticos podem compor uma metodologia dinâmica e adequada à EJA. Os jogos produzidos neste trabalho e seus respectivos tópicos de abrangência foram: 1) Bingo Periódico envolvendo nomes, símbolos e a organização dos elementos químicos na tabela periódica segundo seus números atômicos e propriedades ou aplicações de forma contextualizada; 2) Baralho Periódico que permitiu a produção de regras para sua utilização em três jogos: Pife Família e Período, com aplicação dos conceitos de organização dos elementos em colunas e períodos na tabela periódica; Super Trunfo Periódico apresentando as propriedades atômicas (eletronegatividade, raio atômico, massa atômica, número atômico) e propriedades físicas de substâncias simples (pontos de fusão e ebulição); Gincana Periódica, reunindo todos os conceitos aplicados nos demais jogos para a construção da Tabela periódica; 3) Dominó Periódico para o estudo de configurações eletrônicas, relacionando os elétrons da camada de valência com as respectivas famílias dos elementos. Estes jogos tiveram sua primeira versão produzida em papel cartão, sendo assim aplicados em dois diferentes Grupos de alunos da EJA. No decorrer da execução dos jogos, foram aplicados questionários antes e após as atividades. Além desses dados foram registradas observações do professor durante as aulas. A análises desses dados permitiu concluir que os jogos e a proposta didática foram bem recebidos pelos estudantes da EJA e contribuíram positivamente para a aprendizagem. Os dados e a opinião dos estudantes também foram úteis para melhorias na apresentação dos protótipos utilizados e
algumas adequações visando aprimorar os objetos educacionais produzidos. As versões corrigidas foram impressas em gráfica, gerando materiais de maior durabilidade e de melhor apresentação visual. Esse novo material foi utilizado em novas turmas de alunos, alcançando resultados positivos semelhantes, com  o esperado aumento de interesse do público.

 


15/06/2019

REALIDADE AUMENTADA NO ENSINO DE QUÍMICA: DESENVOLVIMENTO DE OBJETOS VIRTUAIS PARA APLICATIVO SMARTPHONE COMO PROPOSTA DE ENSINO DE ELETROQUÍMICA

Autor: LUIZ FERNANDO DE ARRUDA REIS
UFV

A Química é uma ciência experimental e utiliza de vários recursos didáticos para representar de maneira mais simplificada os conceitos e fenômenos químicos. A Realidade Aumentada (RA) é uma tecnologia que permite associar objetos virtuais à objetos reais através da sobreposição destes. Os objetos virtuais associados à aprendizagem são conhecidos por objetos virtuais de aprendizagem (OVAs). Considerando o exposto, o presente trabalho tem como objetivo propor o emprego da tecnologia realidade aumentada, via aplicativo móvel para smartphone, como recurso didático no processo de ensino e aprendizagem em Eletroquímica. Para tanto, neste trabalho, desenvolveu-se vídeos e imagens, onde os vídeos foram empregados como OVAs, a partir da criação de animações digitais associadas aos conceitos e fenômenos eletroquímicos e que abordam os seguintes sistemas: pilha de Volta, pilha de Daniell e a bateria de íon lítio. A escolha da bateria de íon lítio se deve ao fato do mesmo ser um sistema eletroquímico cuja composição, conceitos e fenômenos eletroquímicos não são usualmente abordados no ensino médio. Elaborou-se um material didático como proposta de ensino e aprendizagem para demonstrar a aplicação da RA, utilizando os objetos virtuais desenvolvidos. As animações digitais foram criadas utilizando o programa de animação Blender®. Os vídeos e as imagens foram inseridos em um aplicativo voltado para o emprego da tecnologia RA. Verificou-se a viabilidade do emprego da RA no processo de ensino e aprendizagem em eletroquímica junto aos estudantes do Programa de Pós-Graduação em Química em Rede Nacional na UFV. Os resultados indicaram ótima aceitação do emprego da RA como suporte tecnológico no processo de ensino e aprendizagem em Química bem como os vídeos desenvolvidos.

 


08/06/2019

MÉTODO ANALÍTICO INOVADOR PARA DETERMINAÇÃO DE COMPOSTOS FENÓLICOS E ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DO CAFÉ

Autor: MATHEUS SIQUEIRA BARRETO
UFV

A possibilidade de uso de telefone celular para determinação de compostos fenólicos e da atividade antioxidante em amostras de Coffea arabica, empregando-se imagens digitais foi confirmada. O método é acessível, relativamente rápido e reprodutível. Este trabalho descreve a análise colorimétrica/espectrofotométrica de compostos fenólicos e poder redutor em amostras de Coffea arabica, foi baseada na reação de oxirredução, utilizando oxidante cloreto férrico (FeCl3) e ferricianeto de potássio (K3[Fe(CN)6]), as medidas foram realizadas pelo uso de imagens digitais, a partir do aplicativo PhotoMetrix®, em ambiente de luz controlada. Foi verificado o teor de compostos fenólicos e atividade antioxidante do café, em diferentes estádios de maturação e graus de torrefação. O teor de compostos fenólicos foi na faixa de 0 a 30 mg L-1, utilizando a quercetina como padrão. Já para determinar o poder redutor foi utilizada a faixa linear de 0,0 a 1 mg L-1 , e o padrão  idroxitolueno butilado (BHT). Teste estatísticos comprovaram a similaridade entre o método desenvolvido e o tradicional método de espectrofometria no UV-Vis com 95% de confiança. O método inovador para análise de fenólicos totais e poder redutor é satisfatório, sendo uma alternativa viável e importante para determinar compostos bioativos e atividade antioxidante em espécies vegetais. É um método útil para laboratórios com limitações de recursos financeiros, analíticos, com finalidade de contribuir com a química verde e podendo ser utilizado como tema gerador no ensino de Química no ensino médio.

 


08/06/2019

DETERMINAÇÃO DO TEOR DE FENÓLICOS E DA ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DE TOMATE E DE MORANGO UTILIZANDO MÉTODO ALTERNATIVO

Autor: EDMAR JUNIOR OLIVEIRA BAZANI
UFV

O tomate e o morango são algumas das espécies vegetais consumidas mundialmente. Em suas composições químicas estão presentes os compostos fenólicos que apresentam diversas atividades biológicas, como por exemplo, a capacidade antioxidante. Vários métodos vêm sendo descritos na literatura para determinação da atividade antioxidante e de compostos fenólicos. No entanto, esses métodos muitas vezes apresentam custo elevado, uso de equipamento sofisticado e consomem grandes quantidades de reagentes, impossibilitando sua aplicação nas disciplinas de química dos ensinos fundamental e médio das escolas municipais. Portanto, existe uma necessidade de buscar outros métodos alternativos para o ensino de química, bem como para determinar a composição química e atividade biológica de extratos vegetais. Nesse sentido, o objetivo desse trabalho foi determinar o teor de compostos fenólicos e de antioxidantes em morango e em tomate utilizando o método alternativo por captura de imagens obtidas usando o aplicativo gratuito PhotoMetrix® para smartphone e a confecção de uma caixa provida de uma placa de LED e suporte para fixar o smartphone para captura de imagens das amostras. Com este método simples e de baixo custo, foi possível realizar um experimento em sala de aula durante o ensino de química, levando aos alunos maneiras alternativas de relacionar os conceitos químicos estudados. Os dados obtidos por esta metodologia foram semelhantes aos determinados por espectrofotometria realizando análise no Ultravioleta-Visível. Na aplicação em sala de aula, notou-se um estímulo maior na participação dos alunos, mesmo os mais quietos demonstraram conhecimento interdisciplinar. Os resultados do presente estudo respaldam a realização de análises em outras espécies vegetais utilizando esse método alternativo.

 


06/06/2019

USO DE VÍDEOS COMO FERRAMENTA DIDÁTICA PARA O ENSINO DE FUNÇÕES ORGÂNICAS NO ENSINO MÉDIO

Autor: ALLAN RANGEL CAMPOS

UFRJ

Link para o produto: https://allanrangelcampos.wixsite.com/stopmotion

O objeto de estudo dessa dissertação é o uso de recursos audiovisuais como ferramenta no processo ensino-aprendizagem. Buscando assim verificar o potencial didático desse recurso no processo de construção dos conhecimentos ligados ao estudo do reconhecimento das funções orgânicas oxigenadas, bem como discutir sobre o uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) como uma estratégia de ensino. Utilizou-se uma metodologia qualitativa, na forma de um estudo de caso de natureza exploratória com uma turma do 2º ano do Ensino Médio do Colégio Pedro II, Campus Niterói, onde o pesquisador foi também o professor regente da turma. Os vídeos foram produzidos pelo pesquisador por meio da técnica cinematográfica conhecida como stop motion. Esse material audiovisual foi usado durante as aulas e também serviu de ponto de partida para que os alunos pudessem criar suas próprias animações com auxílio de seus smartphones. A pesquisa foi registrada por meio da captação de vídeo e áudio e dessa forma foi possível avaliar e discutir os dados coletados.  Perceberam-se assim contribuições satisfatórias quanto ao uso dos recursos audiovisuais, dentre essas podemos destacar: a valorização do conhecimento preexistente do aluno, a importância da mediação no processo de construção de conhecimento e a consolidação de conceitos abstratos facilitado pelas representações simbólico-visuais (semiótica). Com o intuito de incentivar outros professores a construírem seu próprio material didático, elaboramos, como produto dessa dissertação, um site no qual outros profissionais da educação poderão ter acesso as animações produzidas, história do stop motion, fotos e tutoriais diversos.  Ao final dessa pesquisa pode-se perceber a importância da mediação planejada e a participação ativa do aluno no processo de construção de conhecimentos.

 


04/06/2019

INCLUSÃO ESCOLAR DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: UMA METODOLOGIA COM RECURSOS MULTIMODAIS PARA O ENSINO DE QUÍMICA ORGÂNICA

Autor: RAPHAEL NEVES LEONARDO
UFRJ

Link para o produto: https://quimicaptds.blogspot.com/

Esse trabalho, realizado por meio de uma pesquisa elaborada com alunos da rede federal de ensino, consiste no desenvolvimento de uma metodologia para o ensino de isomeria óptica aos alunos cegos ou com baixa visão com a exploração dos sentidos da audição e do tato. Seis alunos participaram desta pesquisa, cinco deles eram videntes e o sexto não vidente, sendo esse o único matriculado na rede básica de ensino. Para tanto, optamos por uma pesquisa qualitativa de pesquisas-ação. Nesse projeto a metodologia foi aplicada com alunos videntes e não videntes utilizando-se recursos como caixas de som e modelos moleculares. Esses recursos foram utilizados para simular centros estereogênicos, apresentando resultados positivos para a utilização com ambos os grupos. Os resultados apontam que a metodologia desenvolvida é válida e novos estudos devem ser desenvolvidos explorando esses sentidos, principalmente a audição, sentido pouco explorado quando se pesquisa sobre a educação de alunos com necessidades educacionais especiais. O presente trabalho mostrou a possibilidade de se utilizar essa metodologia para o trabalho com os alunos cegos ou com baixa visão. O produto desse mestrado profissional foi compartilhado em uma página na internet, sendo o produto a metodologia desenvolvida durante a pesquisa.

 


31/05/2019

ANÁLISE DE UMA SEQUÊNCIA DIDÁTICA INVESTIGATIVA COM O FOCO NOS CÁLCULOS ESTEQUIOMÉTRICOS E NO ESTUDO DOS SABÕES E DETERGENTES

Autor: ALINE APARECIDA TEIXEIRA DA SILVA
UFV

A Química é uma Ciência que estuda os materiais, suas propriedades e transformações, abordando conceitos relativamente abstratos. Para uma melhor compreensão dessa Ciência é necessário transitar por três níveis: (i) o macroscópico (descritivo), no qual é possível ver e manipular materiais distintos por meio dos sentidos; (ii) o representacional (simbólico), que utiliza fórmulas e equações químicas para atribuir sentido conceitual às transformações da matéria; e (iii) o submicroscópico (explicativo), relativo ao mundo dos átomos, moléculas, íons e espécies químicas em geral que nos são inacessíveis a olho nu. Assim, um dos conteúdos estudados no Ensino Médio que necessita contemplar estes três níveis seria o de cálculos químicos. Entretanto, a compreensão dos três níveis representacionais tem se mostrado desafiador para muitos professores e estudantes, comprometendo o ensino e a aprendizagem deste conteúdo. Diante disso, contextualizou-se o tema investigado neste trabalho com base no estudo dos sabões e detergentes, tendo esta pesquisa uma abordagem qualitativa que foi classificada, quanto ao procedimento, como participante. Com o objetivo de sondar as principais dificuldades para se compreender os cálculos químicos, bem como alguns dos fatores que poderiam contribuir para a melhor aprendizagem desse conteúdo, foi aplicado para 23 estudantes da 2ª Série do EM, de uma escola particular no município de Viçosa (MG), um questionário escrito contendo dez questões de cálculos químicos e interpretação dos conceitos envolvidos. Os pressupostos teóricos e metodológicos relativos à Análise de Conteúdo proposta por Bardin foram utilizados na sistematização dos dados. Posteriormente, elaborou-se uma Sequência Didática Investigativa (SDI) sobre este conteúdo, que foi trabalhada em oito aulas com duração de cinquenta minutos cada. A sequência didática teve como foco o trabalho com a Alfabetização Científica (leitura do mundo por meio da Ciência), além de assumir um viés interdisciplinar abordando aspectos relacionados à Química Ambiental (Química dos Sabões e dos
detergentes), em diálogo com os conteúdos abordados. Para analisar as aulas, foram elaborados estudos de caso, tendo como fonte as transcrições dos áudios das aulas, as respostas dos estudantes nos materiais escritos, além das impressões e anotações da professora ao longo do processo de ensino (notas de campo). Inicialmente, a análise do questionário de sondagem apontou dificuldades dos estudantes nos cálculos matemáticos, na interpretação do enunciado dos exercícios e na compreensão dos conceitos químicos (mol, massa molar, número de Avogadro, volume molar). Assim,
foi verificada a necessidade de trabalhar os cálculos estequiométricos por meio de uma proposta de ensino contextualizada, o que fomentou a elaboração e aplicação da SDI contextualizada focando os cálculos estequiométricos. A análise dos dados demonstrou que ao abordar esse conteúdo em sala de aula com atividades experimentais investigativas que trouxeram questões sociocientíficas e fomentaram debates, o professor pôde problematizar o conteúdo, proporcionando aos estudantes um ensino mais dinâmico e participativo, o que possibilitou uma melhor compreensão dos cálculos químicos, assim como a promoção da Alfabetização Científica.

 


17/05/2019

EXPERIMENTAÇÃO NO ENSINO DE CÉLULAS GALVÂNICAS UTILIZANDO O MÉTODO JIGSAW

Autor: Bruno Pereira Diniz
UFTM

Material complementar à minha dissertação. Link: Produto

 


4/5/2019

UMA PROPOSTA DE ENSINO DE ELETRÓLISE POR EXPERIMENTAÇÃO COM O USO DE RESÍDUO ELETROELETRÔNICO

Autor: GABRIEL HENRIQUE SPERANDIO
UFV

O presente trabalho de pesquisa foi realizado ao longo do curso de Mestrado Profissional em Rede Nacional (PROFQUI) com o foco na elaboração de um produto aplicável ao ensino de Química na educação básica, priorizando a abordagem investigativa-experimental. Assim, buscou-se investigar, em uma turma de 2º ano do ensino médio da rede particular de ensino, como o uso do produto desenvolvido, a partir de uma perspectiva investigativa, enriquece o processo de ensino de Química e promove uma aprendizagem significativa . Desta forma, foi desenvolvida uma sequência didática na qual o professor atua como mediador do processo, experimentando uma condição de trabalho horizontalizada, em que o estudante é o sujeito da sua própria aprendizagem. A aprendizagem significativa é aquela cujo indivíduo vivencia e constrói seu próprio conhecimento, o qual não pode ser passado de um ser para outro. O tema abordado foi eletroquímica, com ênfase na eletrólise, considerando que os alunos apresentam grande dificuldade nesse conteúdo. As avaliações de aprendizagem prévia e pós a aplicação da sequência didática foram desenvolvidas para que se obtivesse um parâmetro de comparação do conhecimento construído ao longo do processo. O produto educacional aplicado foi construído pelos próprios alunos, com acompanhamento do professor pesquisador, com materiais reutilizados a partir do lixo eletroeletrônico. Assim, o produto educacional, denominado nesse estudo de kit de eletrólise, permite seu uso por professores em escolas que possuam ou não laboratório de Química. A adoção dessa metodologia de trabalho para o ensino da eletrólise permitiu uma gama de discussões em sala de aula, uma vez que a sequência didática adotada tangenciou a Química ambiental. Acredita-se, analisando os resultados obtidos, que o ensino da eletrólise a partir do kit de eletrólise desenvolvido sob
uma abordagem investigativa, pode tornar a aprendizagem desse conteúdo mais atraente para os alunos. Assim, observou-se que a aula, se mais interativa contribui para a melhoria do desempenho dos estudantes na resolução de situações-problemas.

 

 


13/4/2019 – Primeira defesa do PROFQUI

DESENVOLVIMENTO DE TITULADOR AUTOMÁTICO BASEADO NA PLATAFORMA OPEN SOURCE ARDUINO COMO FERRAMENTA INVESTIGATIVA NO ENSINO DE QUÍMICA

Autor: ITERLANDES MACHADO JUNIOR
UFV

Material complementar à minha dissertação. Link: https://youtu.be/mEkzs_sjXo4

Esse estudo teve como foco principal a construção de um titulador automático de baixo custo e fácil aquisição. Para tanto, usou-se a plataforma Open Sourse Arduino na perspectiva de possibilitar o desenvolvimento de atividades investigativas no ensino de química. A aquisição dos dados experimentais foi realizada via Bluetooth através da integração com o Smartphone e via cabo USB
diretamente para a planilha da Microsoft Excel. Os resultados foram comparados com a titulação potenciométrica clássica, não apresentando diferenças estatisticamente significativas com aplicação do teste t pareado a 95% de confiança. A proposta de ensino por investigação teve por finalidade determinar experimentalmente o valor de pKa do captopril, medicamento usado como antihipertensivo. Essa metodologia de aprendizagem ativa privilegia o trabalho em grupos colaborativos e a participação do estudante na construção de seu conhecimento. Um maior aprofundamento acerca das possibilidades de formação docente por meio da aplicação desse instrumento e de outros projetos de química com Arduino em cursos de capacitação profissional a nível de graduação e/ou pós-graduação carece de ser problematizado.